A Cantina Social surge no âmbito do Programa de Emergência Alimentar, promovido pelo Instituto de Segurança Social, I.P.
Foi decidido implementar uma Rede Solidária de Cantinas Sociais através de protocolos assinados com entidades consideradas representativas do sector solidário.
Este programa tem o propósito e a preocupação de atuar nas situações mais vulneráveis em termos de carência alimentar, através de uma lógica de proximidade e maximização dos recursos já existentes.
No concelho de Palmela, a Fundação COI foi a primeira entidade selecionada para participar nesta iniciativa, tendo assinado o protocolo com o Instituto de Segurança Social a 18 de abril de 2012.
Este protocolo permite à Fundação distribuir até um máximo de 100 refeições diárias para consumo no domicílio.
Os critérios para aceder a este apoio alimentar foram estabelecidos pelo Instituto de segurança Social e estão vertidos no Regulamento da Cantina Social, o qual está acessível e é disponibilizado a todos os candidatos.
De realçar que os candidatos podem procurar este apoio alimentar espontaneamente ou ser encaminhados pelas entidades parceiras da Fundação COI, tais como Segurança Social, Escolas, Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), Bombeiros, Órgãos Autárquicos, Instituições e outros, devido à divulgação realizada por parte da equipa CAFAP que acompanha esta resposta social.
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Inaugurada a 08 de Outubro de 2009 a Quinta Pedagógica - Casa Caramela é um espaço dedicado à preservação do património arquitectónico e cultural da região caramela.
A Quinta pedagógica, "Casa Caramela", situada na zona rural da freguesia de Pinhal Novo, em plena região caramela, integra um espaço museológico, constituído por uma casa típica da região, recuperada à traça original e mobilada de forma a recriar o ambiente caraterístico de uma casa de família rural do final do século XIX, princípios do século XX. Toda a zona envolvente da ―Quinta da Casa Caramela procura recriar a economia de subsistência própria das famílias de então, estando contempladas a zona da adega, os alojamentos dos animais, a eira, a produção agrícola e pecuária tradicionalmente praticadas pelas famílias da região.
Este espaço pretende dinamizar atividades de educação ambiental, estando contempladas atividades relacionadas com a utilização das energias renováveis, a compostagem (transformação de resíduos orgânicos em adubo natural), uma ETAR designada como, se eu fosse uma ETAR, para transformação dos resíduos líquidos em água limpa e reutilizável para rega, a separação dos lixos sólidos em ecopontos e uma estação meteorológica simples.
Para o desenvolvimento das atividades previstas e utilização deste espaço pela comunidade educativa do Concelho, foi celebrado um protocolo com a Câmara Municipal de Palmela, no âmbito do qual são promovidas visitas à Quinta das escolas do ensino básico do Concelho de Palmela.
A "Casa Caramela" está classificada como núcleo museológico do Concelho.
A Quinta conta ainda com um pavilhão multiusos onde se podem desenvolver atividades, ver exposições, realizar reuniões e seminários e festas infantis de aniversário.
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Plano de Atividades
Regulamento Interno
Plano de Contingência - CliniCOI
Plano de Contingência - CliniCOI Centro
Clinicoi - Registo na ERS nº E114493
Clinicoi Domicílio - Registo na ERS nº E124443
Clinicoi Centro - Registo na ERS nº E142280
Centro de Fisioterapia - Registo na ERS nº E128260
A Residência Autónoma tem como objetivo geral o acolhimento de jovens e adultos portadores de deficiência, de idade igual ou superior a 16 anos que, mediante um apoio mínimo, possuem capacidade de viver autonomamente. Destina-se igualmente a jovens que frequentem estruturas de ensino, formação profissional ou que se encontrem abrangidos por programas ou projetos, cujo local não se compatibilize ao da respetiva residência.
A Residência Autónoma prioriza situações de enquadramentos familiares disfuncionais, situações de carência social e/ou económica, envelhecimento dos cuidadores e de outros familiares diretos, abandono por parte dos familiares/cuidadores ou ausência dos mesmos, situações sócio-habitacionais precárias, promovendo sempre e incondicionalmente a SOLIDARIEDADE e proporcionando aos clientes um apoio de qualidade, a que todos têm direito.
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A Residência Autónoma tem como objetivo geral o acolhimento de jovens e adultos portadores de deficiência, de idade igual ou superior a 16 anos que, mediante um apoio mínimo, possuem capacidade de viver autonomamente. Destina-se igualmente a jovens que frequentem estruturas de ensino, formação profissional ou que se encontrem abrangidos por programas ou projetos, cujo local não se compatibilize ao da respetiva residência.
A Residência Autónoma prioriza situações de enquadramentos familiares disfuncionais, situações de carência social e/ou económica, envelhecimento dos cuidadores e de outros familiares diretos, abandono por parte dos familiares/cuidadores ou ausência dos mesmos, situações sócio-habitacionais precárias, promovendo sempre e incondicionalmente a SOLIDARIEDADE e proporcionando aos clientes um apoio de qualidade, a que todos têm direito.
Lar Residencial tem como objetivo geral o acolhimento de jovens e adultos portadores de deficiência, de idade igual ou superior a 16 anos que se encontrem impedidos, temporária ou definitivamente, de residir no seu meio familiar. Destina-se igualmente a jovens que frequentem estruturas de ensino, formação profissional ou que se encontrem abrangidos por programas ou projetos, cujo local não se compatibilize ao da respetiva residência. Presta ainda apoio no caso dos familiares/cuidadores necessitarem de apoio em determinadas situações, tais como em situações de doença ou de necessidade de descanso.
Este equipamento tem capacidade para acolher 24 clientes, sendo que 2 vagas se destinam a alojamento de carácter temporário.
O Lar Residencial prioriza situações de enquadramentos familiares disfuncionais, situações de carência social e/ou económica, envelhecimento dos cuidadores e de outros familiares diretos, situações de grande dependência, abandono por parte dos familiares/cuidadores ou ausência dos mesmos, situações sócio-habitacionais precárias, promovendo sempre e incondicionalmente a solidariedade e prestando aos clientes um apoio de qualidade, a que todos têm direito.
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O Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) é uma resposta social que surge de uma necessidade de prestar apoio aos jovens e adultos com deficiência mental e outras incapacidades, com vista ao desenvolvimento e manutenção das suas autonomias pessoais, sociais, e do seu equilíbrio biopsicoemocional.
O CAO está integrado em duas Respostas Sociais da Fundação, o Lar Residencial e a Residência Autónoma, que tem como objetivo dar continuidade aos serviços prestados e promover e garantir a qualidade de vida dos nossos clientes.
OBJETIVO GERAL
O CAO tem como objetivo principal promover e disponibilizar condições que contribuam para uma vida com qualidade através do desempenho de atividades socialmente úteis e estritamente ocupacionais, de forma a permitir-lhes uma valorização pessoal e o aproveitamento das suas capacidades remanescentes, quer na perspectiva de uma eventual integração, se possível, no regime do emprego protegido, quer na perspectiva de manter os deficientes simplesmente ativos, interessados, criativos e criadores. Estas formas de apoio visam, por outro lado, a valorização pessoal das pessoas com deficiência e a sua integração na comunidade, o que se traduz também em ajuda às respetivas famílias.
O CAO disponibiliza apoio técnico permanente nos planos físicos, psíquico e social e promove a participação em ações culturais, gimnodesportivas e recreativas.
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O Banco de Ajudas Técnicas é uma resposta social inovadora específica e facilitadora da vida diária da pessoa idosa e/ou portadora de incapacidade motora, assim como das suas famílias.
As ajudas técnicas são equipamentos de reabilitação que visam reduzir as consequências do aparecimento de incapacidades motoras ou melhorar a qualidade do apoio prestado à pessoa.
Numa perspectiva de complementaridade às respostas de intervenção social e comunitária da Fundação COI, nomeadamente nas áreas de apoio à população idosa e cidadãos portadores de deficiência, surge a necessidade de criar um serviço especializado na área das ajudas técnicas, criando mais um recurso disponível à comunidade.
O aumento da esperança média de vida, a par das consequentes incapacidades sensoriais, psicológicas e físicas, que caracterizam este aumento do ciclo de vida e que impedem a realização das atividades do dia a dia, tem vindo a provocar alterações no âmbito da estrutura familiar, cujo enquadramento profissional impede os elementos do agregado familiar de prestar os devidos cuidados à pessoa com mobilidade condicionada.
De realçar que este serviço é do conhecimento das estruturas parceiras, tais como centro de saúde, hospital, Câmara Municipal e Segurança Social, devido à divulgação realizada por parte da Fundação COI, nomeadamente, através de reuniões de trabalho.
Consulte o Catálogo
Morada:
Rua José Régio, Lote 57 R/C B
2955-202 Pinhal Novo
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